domingo, 22 de maio de 2011

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 10)

Voltou-se para o amigo mais querido e ordenou:
- Vai buscar
Briseida e entrega-lhes, Pátroclo. E vós, arautos, sede testemunhas, diante dos deuses e dos homens, do meu procedimento, no caso de um dia aquele cruel rei me pedir em vão que salve o seu exército da ruína total.
Pátroclo fez o que lhe haviam mandado, mas Briseida agarrou-se a ele chorando, pois quando fora capturada ele tratara-a com muita gentileza e confortava-a dizendo-lhe que Aquiles era jovem e ainda não tinha esposa e que, sendo ela nobre, talvez casasse com ela. Apesar das suas lágrimas, não havia outra alternativa e ela seguiu com os arautos pela praia, até chegar aos barcos de Agamémnon, sempre a voltar-se para olhar para trás.
Então Aquiles caminhou sozinho até à beira do mar, onde as ondas se quebravam com estrondo e os rochedos sombreavam as águas. E lá, chorando de raiva, suplicou a Tétis, sua mãe, que viesse confortá-lo.
- Minha mãe, já que me criaste para uma vida tão curta, vem em meu auxílio! Júpiter Olímpico deveria, ao menos, dar-me um pouco de glória. Mas, pelo contrário, fui duramente ultrajado pelo arrogante filho de Atreu!
Mal acabara de falar quando Tétis, surgida das profundezas do oceano se encaminhou para ele e, pousando-lhe a mão no ombro, lhe perguntou:
- Porque choras, meu filho?

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 9)

- Tens razão, bom Nestor - respondeu Agamémnon - mas, estou cansado da arrogância de Aquiles, do seu escárnio à minha autoridade e do temperamento intempestivo que constantemente revela.
Aquiles interrompeu-o:
- Não reconheço mais a tua autoridade, rei Agamémnon. Se quiseres leva a rapariga contigo. Não o impedirei, pois tomei-a com o teu consentimento e o que um homem dá tem o direito de tirar. Mas advirto-te, no entanto, que se tocares em qualquer dos bens que trouxe comigo de Ftia, não será o sangue troiano que manchará de vermelho a minha espada.
Levantou-se subitamente, envolveu-se no seu manto e, chamado Pátroclo para que o acompanhasse, abandonou a reunião sem olhar mais para Agamémnon.
Como Agamémnon ordenara, foi preparado um navio para levar Criseida a Tebas, escoltada por Ulisses. Os gregos ofereceram sacrifícios a Apolo e este acalmou.
Então Agamémnon, chamando seus arautos, Taltíbio e Euríbate, disse-lhes:
- Ide até à cabana de Aquiles e trazei de lá a escrava Briseida. Se ele se opuser, voltai para mo contardes, pois se assim for irei buscá-la com meus guerreiros e Aquiles logo se arrependerá da sua insolência e orgulho.
E com essas breves palavras os despachou. Contrariados, seguiram os dois as dunas do mar estéril e chegaram às barracas e às naus dos mirmidões. Encontraram Aquiles sentado junto da sua tenda e da sua negra nau. Temerosos e respeitosos diante do príncipe, detiveram-se, sem nada dizer nem pedir. Mas Aquiles compreendeu o que se passava e disse:
- Salve, arautos, mensageiros de Júpiter e dos homens! Aproximai-vos. Não sois culpados perante mim, mas sim Agamémnon, que vos manda buscar a jovem Briseida.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 8)

Assim falou Aquiles e recolocou na bainha a enorme espada de punho de prata. A deusa voltou ao Olimpo, ao palácio onde vive Júpiter com as demais divindades.
Ao sumir-se a aparição, Aquiles encrespou de novo o átrida, dando rédea solta à sua cólera:
- Ébrio, que tens desfaçatez de cão e alma de cervo!... Rei devorador dos vassalos! Se não fora porque comandas homens abjectos e cobardes, a tua ofensa de hoje  houvera sido a última. Mas escuta a minha jura: um dia os aqueus sentirão a falta de Aquiles e tu, embora te aflijas, não poderás socorrê-los quando sucumbirem junto dos barcos de chefe troiano Heitor, assassino de varões. Hás-de, então, dilacerar o coração invocando os deuses e pagarás com juros o erro de não teres sabido honrar o melhor dos gregos.
Pronunciadas estas palavras, lançou ao chão o ceptro cravejado de ouro e sentou-se. O átrida, por seu turno, estava também exaltadíssimo. Eis que, rápido e do meio deles, se ergueu Nestor, rei de Pilo. Era ele o mais velho dos chefes gregos, sendo os seus conselhos sempre considerados de valor e as suas palavras sempre ouvidas com repeito.
- Deveis envergonhar-vos de tudo isso! - exclamou. - O rei Príamo e seus filhos regozijar-se-iam se vos escutassem agora. Posso repreender-vos por ser bem mais velho que ambos. No meu tempo conheci guerreiros, meus companheiros de batalha, muito melhores do que qualquer outro aqui presente. Lutei ao lado de Piritu o do próprio Teseu, contra os centauros que habitavam as cavernas da montanha. Destruímos totalmente os centauros, em luta tão feroz como provavelmente não veremos outra. Se nem Teseu desprezou os meus conselhos, porque o faríeis vós? Cessai a disputa, meus amigos. Agamémnon, deixa Aquiles ficar com a escrava que é dele por direito, pois, como bem sabes, ele é um esplêndido guerreiro, muito temido pelos tróianos. Quanto a ti, Aquiles, és ainda muito jovem e deverias demonstrar mais respeito para com um grande rei, senhor de um domínio tão grande como talvez nunca venhas a ter.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 7)

- Foge, pois, se a tanto te incita o coração! - respondeu Agamémnon.
- Não serei eu quem te peça que fiques por minha causa. Outros, mais valorosos, continuarão a meu lado. És-me mais odioso do que qualquer um dos meus aliados pois respiras lutas, brigas e discussões. Vai-te, pois. Mas ouve bem esta ameaça: Visto que Apolo me arrebata Criseida, mandá-la-ei para o seu país. Eu mesmo, porém, irei à tua tenda e me apoderarei de Briseida, tua escrava, para que saibas quão mais poderoso sou do que tu. Ninguém se atreva a dizer que me é igual, ninguém se atreva a comparar-se a mim!
Tão irado ficou Aquiles que, por um momento, não pôde falar nem sequer mover-se. Depois, segurando o punho de prata da sua espada, teve ímpetos de avançar sobre Agamémnon e matá-lo, ali, diante dos outros gregos. Mas antes que Pátroclo tentasse retê-lo. a prudente Minerva, deusa da sabedoria, que a tudo assistia do monte Olimpo, desceu rapidamente até eles permanecendo, porém, invisível; e, postando-se atrás de Aquiles, segurou-o pelos longos cabelos louros. O herói voltou-se e reconheceu imediatamente a deusa, cujos verdes olhos refulgiam de maneira terrível. Somente Aquiles viu a aparição.
- Porque vieste, filha de Júpiter? - murmurou. - Para presenciar, acaso, o ultraje que o átrida Agamémnon me infere? Fica, pois sabendo que tal insolência lhe vai custar a vida.
- Venho apaziguar a tua cólera, pois que me envia Juno, a deusa de alvos braços, que a vós ambos estima. Não desembainhes a espada. Limita-te a injuriá-lo com palavras, o quanto queiras. O que vou dizer-te há-de cumprir-se: por tal ultraje ser-te-ão, um dia, oferecidos maravilhosos presentes. Domina-te e obedece.
- É preciso fazer o que mandas, embora o coração recalcitre. Quem obedece aos deuses deles obtém protecção.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 6)

Um murmúrio de aprovação percorreu os gregos e Agamémnon olhou em redor, descontente. Sabia-se culpado, a culpa fora demonstrada perante todos, mas não estava disposto a ser o único a arcar com as consequências. Ao ver Aquiles junto do amigo Pátroclo, ambos sorrindo, pois parecia agora certo que a cólera de Apolo ia agora terminar, Agamémnon lembrou-se de que fora Aquiles a convocar a assembleia e que era, portanto, o causador de todo aquele embaraço. E, de súbito, exclamou:
- Sou o chefe e o maior entre os reis. Não é justo que só eu fique sem os saques que escolhi. Mandarei Criseida embora porque devo fazê-lo. mas em troca quero parte da pilhagem doutro homem - talvez da tua, Aquiles!
Aquiles ergueu-se, com os olhos brilhantes, e respondeu-lhe:
- És o nosso chefe, rei Agamémnon, mas a tua pretensão é enorme. Nada tenho contra os troianos que nunca roubaram o gado ou os cavalos de meu pai, nem nunca devastaram os nossos campos de trigo em Ftia. Entre Tróia e as terras de meu pai as montanhas são muito altas e o mar é muito extenso. Trouxe os mirmidões para a batalha contra os troianos por causa da briga de teu irmão e para que ele pudesse reaver a esposa pois, como nunca fui pretendente à mão de Helena, por ser muito jovem na ocasião, nenhum juramento a isso me obrigava. Lembra-te disto antes de insinuares, de uma maneira vergonhosa, a partilha do meu quinhão.
Depois de curta pausa, continuou, inflamado:
- E o que é que o meu quinhão comparado  com o que arrebanhaste em todas as cidades que saqueámos? Por eu ter a reputação de bom guerreiro e os homens de meu pai serem muito valentes, cabe-me a maior parte da luta. Entretanto, quando tudo termina, acaso recebo o quinhão que me é devido? Não. Depois que tu, rei Agamémnon, fazes a tua escolha, só me cabe uma pequena parte sem valor daquilo que sobrou e tenho que me contentar com isso. Que proveito tirei da guerra contra Tróia? Um pouco de ouro e prata e alguns escravos, não muitos, uma vez que - e ao contrário de ti - aceito sempre resgate pelos meus prisioneiros. Por todos os deuses, seria melhor eu partir com os guerreiros de meu pai e voltar a Ftia do que permanecer menosprezado aqui, e ajudar-te a conseguir mais riqueza.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 5)

- Nada tens a temer, Calcas - replicou Aquiles. - Diz-me a verdade pois, enquanto eu viver, nenhum grego te fará mal.
Fez uma pausa e, olhando na direcção de Agamémnon retomou a fala:
- Nem mesmo o grande rei Agamémnon, o melhor de todos os gregos, te poderá causar-te qualquer dano. Sou eu que to garanto.
- Sendo assim - disse Calcas, confiante -, direi por que razão a peste nos atingiu. Foi-nos enviada pelo imortal Apolo, não porque nos tenhamos esquecido de lhe oferecer sacrifícios, mas sim porque o rei Agamémnon se recusou atender as súplicas do velho Crises, que é seu sacerdote. Enquanto a donzela Criseida não for devolvida a seu pai, livremente e sem resgate, o deus continuará a castigar-nos.
Agamémnon indignou-se a ouvir tais palavras e, quando Calcas se calou, o grande rei permaneceu silencioso, consciente de que todos o olhavam. Então, ergueu-se e replicou:
- As tuas palavras, Calcas, são sempre desagradáveis. Nunca te ouvi proferir bons augúrios ou favores dos deuses, mas advertências e da tua boca fluem com toda a facilidade os maus presságios. Desta vez, acusas-me de ser responsável pela ira de Apolo e por esta praga e afirmas que só de mim depende a solução de tudo.
Recordando que todos os outros reis e príncipes se haviam mostrado favoráveis a aceitar o resgate e a devolver Criseida ao pai, continuou estendendo o braço num gesto colérico:
- Pois muito bem, o sacerdote recuperará a sua filha. Eu não queria deixá-la partir, mas prefiro isso à morte de todos os gregos. Ulisses preparará um navio para levá-la de regresso a Tebas.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 4)

Do longínquo monte Olimpo, lar dos deuses imortais, Apolo ouviu-o e, tomado de ira divina, agarrou na sua aljava e no seu arco de prata e veio tão velozmente através do céu e do mar que até o próprio Sol ficou encoberto pela sua poderosa cólera. Colocou-se a uma certa distância do acampamento dos gregos e começou a alvejá-los com flechas afiadas e pestíferas. Abateu primeiro mulas, cavalos e cães, mas depois começou a atingir os homens e rapidamente a praia encheu-se de piras funerárias que ardiam incessantemente.
Ao longo de nove dias, o acampamento grego foi assolado pela peste; ao décimo, Aquiles, que era o mais jovem dos reis e príncipes da Grécia, resolveu convocar os outros chefes para uma reunião. Estando todos reunidos, ergueu-se e disse:
- Meus amigos, não há dúvida de que um dos deuses está zangado connosco. Se assim não fosses, não teríamos sido atingidos por uma praga destas. Devemos, sem mais demora, consultar um sacerdote, ou alguém entendido nestes assuntos, para nos inteiramos sobre qual dos deuses ofendemos com a nossa negligência, para que possamos oferecer-lhe sacrifícios. e aplacar a sua ira. Se não o fizermos, não viveremos o bastante para conquistar Tróia. Morreremos aqui na praia e não vingaremos o rapto de Helena.
Quando Aquiles acabou de falar, levantou-se Calcas, adivinho de grande renome, que sabia do presente, do passado e do futuro. Cheio de ardor, assim falou:
- Nobre Aquiles, posso revelar-te qual dos deuses que está descontente connosco e porquê. Mas, antes, jura que me protegerás, pois temo que um dos nossos, o melhor de todos os gregos, ficará aborrecido ao ouvir as minhas palavras. Promete-me ajuda e então falarei.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 3)

Exactamente no meio do campo, em frente aos navios de Ulisses, ficava o local das assembleias, onde os reis e os príncipes gregos, juntamente com os nobres, se reuniam em conselho, para julgar ou discutir algo, bem com para oferecer um sacrifício aos deuses no altar ali armado. Qualquer rei ou príncipe tinha o direito de convocar a assembleia todos os outros deviam comparecer. Foi a este lugar que Crises foi levado para se confrontar com os chefes gregos, cada um sentado no lugar que lhe competia, tendo para isso sido convocados por Agamémnon.
Crises colocou-se diante deles, segurando as guirlandas sagradas do templo e o ceptro do deus Apolo e suplicou aos gregos que aceitassem o resgate que ele trouxera e lhe devolvessem a filha:
- Eu vos saúdo, valoroso Agamémnon, e a todos vós, valorosos guerreiros gregos! Queiram os deuses do Olimpo conceder-vos a graça de arrasardes a cidade de Príamo e de voltardes satisfeitos para os vossos lares! Mas suplico-vos, restituí-me a minha filha e aceitai a minha oferta, em atenção e respeito por Apolo, filho de Júpiter.
Um rumor de aprovação percorreu o acampamento. Instavam todos com Agamémnon para que entregasses Criseida e aceitasse o soberbo resgate. Mas o rei, enfurecido, repeliu o velho com estas palavras insultuosas:
- Retira-te e não voltes mais à minha presença! É inútil ostentares o ceptro e as insígnias do teu deus. A tua filha ficará comigo e irá para o meu palácio, onde tecerá para mim. Se queres conservar a vida não me irrites com insistências.
A estas palavras, o velho acobardou-se e obedeceu. Seguiu em silêncio a orla do mar tumultuoso. Mas quando se viu distanciado, orou com fervor ao deus Apolo, filho de Júpiter e Latona, seu inabalável protector:
- Ouve-me, tu que tens arco de prata! Se alguma vez, a teu gosto, adornei o templo, ou te proporcionei prazer, queimando em tua honra touros ou cabras, faz que, com as tuas flechas, paguem os aqueus as minhas lágrimas!

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 2)

Os primeiros a chegar ancoraram os navios na primeira fila, junto à fértil planície troiana que se estendia entra a praia e a cidade de Tróia propriamente dita, banhada pelo rio Escamandro.
Entre os navios da primeira fila, estavam os quarenta que o rei Protesilau trouxera de Fílace. Eram comandados por um irmão de Protosilau, pois este morrera no cumprimento da profecia que dizia que o primeiro grego a desembarcar em solo troiano seria também o primeiro a morrer. Fora assassinado pelo nobre troiano Eneias, quando saltava arrojadamente para a praia enquanto todos os outros gregos se mantinham cautelosos.
Na segunda fila estavam, entre outros, os quarenta navios vindos de Lócroda sob o comando de Ájax, homónimo do filho de Télamon e também seu habitual companheiro de batalha, mas, e ao contrário deste, de baixa estatura, embora valente, intrépido e hábil na lança. Os seus, no entanto, lutavam apenas com arcos e flechas, não usando nem lanças nem escudos.
Na terceira fila, mais perto do mar, estavam os cem navios do ilustre rei Agamémnon, o maior número jamais visto sob as ordens de um único comandante e, imediatamente ao lado destes, os sessenta navios que seu irmão, o rei Menelau, marido de Helena, trouxera de Esparta. Nesta fila ficavam também os navios do rico Nestor, rei de Pilo, e as oitenta embarcações do jovem e intrépido rei Diomedes. No centro desta fileira, encontravam-se os doze navios de Ulisses, rei da pequena e rochosa ilha de Ítaca situada a ocidente da Grécia. Ulisses, apesar de governar um pequeno reino, tinha muitos recursos, era muito persuasivo quando pretendia atingir qualquer finalidade e era, além disso, muito respeitado devido aos sábios conselhos que dava.
Entre os altos cascos dos navios, que eram colocados e suportes de pedra para evitar que apodrecessem, os dois largos caminhos entre as fileiras eram entrecortados por estreitas passagens. Junto dos navios da sua frota, cada comandante grego tinha construído, para si e para os seus homens, cabanas de madeira e de terra, bem cobertas e forradas com juncos arrancados da margem do Escamandro; tinham construído também abrigos para o gado e para os escravos e estábulos para as mulas e os cavalos.

A discordia entre Aquiles e Agamémnon (pág. 1)

No nono ano da guerra contra Tróia deu-se uma catástrofe contra os gregos.
Pouco tempo antes, tinham saqueado a cidade de Lirnesso, situada na parte sudoeste da costa troiana. A maior parte da luta foi empreendida por Aquiles, o melhor guerreiro grego, filho de Peleu, rei de Ftia, e pelos mirmidões, soldados do mesmo rei, que fizera muitos prisioneiros e grandes pilhagens.
Entre os cativos encontrava-se Briseida que, na partilha do saque, foi escolhida para ser escrava de Aquiles.
Logo a seguir a isto, Tebas, cidade vizinha de Lirnesso, foi tomada pelos gregos; o maior quinhão das coisas apreendidas coube, como de costume, a Agamémnon, ilustre rei da Grécia, irmão de Menelau, que era o maior interessado na guerra. Entre os prisioneiros, foi escolhida uma bonita donzela chamada Criseida para ser escrava de Agamémnon, que a levou no seu navio para o acampamento grego na costa troiana.
Criseida era filha de Cises, sacerdote do templo do deus Apolo, homem de posses e muito conceituado. Tomado de grande pesar pela perda da filha, Crises resolveu partir das ruínas de Tebas com grande provisão de ouro e prata, com a finalidade de a resgatar aos gregos.
Na costa de Tróia, os gregos tinham disposto os seus navios em três linhas ao longo da praia, entre duas línguas de areia: os cinquenta navios dos mirmidões, fundeados mais para ocidente, e os de Ájax, filho do rei Télamon, ancorados no extremo leste. Entre os navios de Aquiles e os de Ájax, havia outros dispostos em três filas, pois a extensão plana da costa não era suficientemente longa de molde a que pudessem ficar todos numa única fila.

Nasa descobre o fim oficial do mundo

Nasa descobre o fim oficial do mundo 

A Terra pode acabar sendo engolida por um Buraco Negro , 
e o site da Nasa já oficializou a chegada do buraco negro em nossa galaxia 
Gente , já é oficial ! a propia Nasa já confirmou quê o buraco está em nossa direção ! 


Os astrônomos a apelidaram de ?Nuvem do Caos? porque ela dissolve tudo o que encontra em seu caminho incluindo cometas, asteróides, planetas e estrelas inteiras. Sua direção é a Terra. A notícia foi publicada no site do tablóide norte-americano ?Weekly World News? com a seguinte manchete: O mundo tem o direito de saber! 

O buraco negro do qual a nuvem foi expelida se encontra a 28 mil anos luz da Terra. Descoberta pelo laboratório de raios X Chandra da NASA, estação espacial norte-americana, a nuvem de poeira cósmica tem a largura de 10 milhões de milhas e foi comparada a uma nebulosa ácida que se move em nossa direção perto da velocidade da luz. 
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A data estimada para sua chegada é: 
1º de junho de 2014 às 9h15min. 


A boa notícia é que esta descoberta confirma muitas idéias da física teórica. A má notícia é que a aniquilação total de nosso sistema solar é iminente, anunciou Albert Sherwinski, astrofísico da Universidade de Cambridge. 

Os peritos acreditam que a ?Nuvem do Caos? é formada por partículas que se criaram muito próximas a um buraco negro e que teriam sofrido distorção e mutilação devido a tal proximidade. 

No ano passado o eminente físico Stephen Hawking revisou sua teoria sobre os buracos negros reafirmando que nada pode escapar ao seu poderoso campo gravitacional. 

Imagine nossa Galáxia como uma bela carta escrita à mão. Agora imagine que um copo de água foi derramado sobre esse papel. As letras se dissolvem na mancha que se espalha. É exatamente isso que a ?Nuvem do Caos? faz com tudo o que encontra pela frente, exemplifica Sherwinski. 

Segundo o tablóide norte-americano ?Weekly World News?, para evitar o pânico, a NASA declinou de tornar a descoberta pública, mas Sherwinski pôde ver imagens impressionantes da nuvem destruindo um asteróide gigantesco. 

É como assistir a um gigante sendo destruído por um jato de ácido?, argumentou o cientista. Ele explica que esse fenômeno é produzido quando um par de elétrons e prótons está no horizonte do evento de um buraco negro. 

A intensa curvatura do espaço-tempo desse buraco negro pode causar a queda dos prótons dentro dele enquanto os elétrons escapam. Essas partículas se transformam na ?Nuvem do Caos? que mutila tudo o que toca. Se continuar sua trajetória ela, eventualmente, reduzirá nossa galáxia ao estado de caos absoluto, o mesmo que existiu antes do nascimento do universo, adverte o astrofísico. 

Alguns cientistas dizem que a única esperança para a salvação da humanidade seria a construção de uma ?Arca Espacial? dentro da galáxia de Andrômeda, a 2.1 milhões de anos luz de distância da Terra. 

Nós não estamos aptos a salvar toda a população, mas talvez, os melhores e mais brilhantes, observou o cientista de foguetes britânico David Hall quando questionado sobre a aplicabilidade de tal projeto. 

Grandes dimensões 
Segundo ele, mesmo que tal nave pudesse ser construída a tempo, evacuar a Terra seria uma tentativa infrutífera se a teoria sobre a origem da ?Nuvem do Caos? estiver correta. 

De acordo com Sherwinski, o buraco negro no centro de Andrômeda é aproximadamente 15 vezes o tamanho deste em nossa própria galáxia. Essa tentativa seria o mesmo que sair da frigideira e saltar direto no fogo, analisa Sherwinski . 

Um oficial sênior da Casa Branca que pediu para ficar no anonimato, disse que os conselheiros do sistema super secreto da presidência estão buscando alternativas rápidas. 

Fim do Mundo: Consequências Para os Que Acreditam nos Anúncios de 21 de Maio

Tendo em vista que no passado pelo menos três casos de indução à verdades não condizentes com a Bíblia por parte de falsos profetas, levaram à morte de milhares de pessoas que se diziam fiéis a Jesus Cristo, quais serão as consequências para os que acreditarem nos anúncios do fim do mundo para o dia 21 de maio?
Anúncios sobre o fim do mundo estão sendo feitos, desta vez, por um grupo religioso norte-americano - considerado seita - informando e anunciando por todo o mundo que o juízo final será no dia 21 de maio.
Falando sobre esse assunto, Dorival Guimarães, professor do Seminário Teológico Batista Nacional Eneas Tognini – STBNET na área de Escatologia, explicou ao The Christian Post as consequências de se acreditar numa propaganda falsa sobre o fim do mundo.
Apontando primeiramente aos fatos já ocorridos no passado, ele deu três exemplos de suicídios em massa provocados por líderes religiosos que se autoproclamaram profetas tais como, Jim Jones em 1978, David Koresh em 1993 e Marshall, Applewhite e Bonnie Nettles (Heaven's Gate) em 1997, nos Estados Unidos.
“Três casos cujas consequências foram a morte de milhares de pessoas que foram lançadas no inferno, o esfriamento espiritual de outras milhões que provavelmente também terão o mesmo fim.”
Em seguida, Guimarães ressaltou que não é possível saber o dia e nem a hora, fornecendo versículos da Bíblia como Mateus 24:36 (“Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai”).
Infelizmente, ou felizmente, ele disse, não sabemos o dia nem a hora pois a eternidade pode-nos chegar em dois momentos distintos: “individualmente” e “coletivamente.”
Mas se as palavras de Jesus estão tão claras nos textos das Escrituras, por que alguns grupos de pessoas não conseguem entendê-las e fazem suas próprias previsões?
A resposta, diz ele, nos é dada segundo o que disse o apóstolo Paulo: “alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência.” (1 de Timóteo 4:1)
Assim, Jesus, que é Deus, apontou ele, “nos ensina a sermos prudentes como as serpentes, primeiramente e em ato contínuo, simples e nessa ordem, para que não caiamos nas ciladas do adversário (satanás).”
Mas afinal o que é o dia do Juízo?
“Como juízo pode-se entender o ato de julgar e aplicação da pena (condenação / juízo), que será atribuído a humanidade devido a sua condição de pecadora adquirida no Jardim do éden.”
Na teologia cristã, explicou ele, o Dia do Juízo, ou Dia do Juízo Final é o momento em que todos os que já nasceram e que não possuem a remissão dos seus pecados efetuada através do arrependimento individual e aceitação do sacrifício de Jesus Cristo na Cruz em nosso lugar serão condenados.
E o juízo para os crentes?
Guimarães afirmou que no caso dos pertencentes à Igreja de Cristo, esses terão outro tipo de cerimônia, descrito no livro de Apocalipse 19:7-9 “...foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos...”
E para um grupo de pessoas que decide acreditar em falsos profetas, o que acontece?Continuar »

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Como matar ou provocar um praticador de Bullying


Ponha já em prática sua vingança, e aqui estão algumas dicas para você se dar bem:
  • Dê uma injeção letal no valentão.
  • Mande ele tomar no cu.
  • Coma a promíscua da mãe dele.
  • Faça com ele tudo que ele faz com você
  • Xingue a mãe.
  • Dê um soco em seu pênis.
  • Decepe-o.
  • Roube seu apêndice e depois venda-o no ebay.
  • Mande-o à merda.
  • Enfie-lhe uma faca pelo cu a cima.
  • Dê um tiro de espingarda em sua perna direita.
  • Contamine-o ele com uma agulha usada por um aidético. Se ele ficar soropositivo, a bagaça fudeu.
  • Compre uma arma e assassine a mãe e o pai do infeliz.
  • Sequestre o mascote dele e mande um pedaço da orelha da criatura para seu endereço.
  • Vire seus pela-sacos seguidores contra ele.
  • Escurraçe com ele no dia do enterro de sua mãe.
  • Soco no coração e pontapé na boca.
  • Dê um longo beijo de cinema no valentão (esta é para Emos).
  • Acuse-o de Pedofilia.
  • Coma sua irmã.
  • Estupre o seu "melhor amigo".
  • Enfie o seu pau no toba na namorada dele na sua frente.
  • Espalhe um boato não só no MSN, mas na escola, de que ele é portador de AIDS, pois teve relações sexuais com um negão transexual de 3 metros de altura.
  • Crucifique-o de cabeça pra baixo perto de onde o cavalo caga.
  • Mate-o a paulada, esquarteje e taque fogo.
  • Tatue o escudo do Atlético MG na cabeça dele e entregue-o para a Máfia Azul.
  • Jogue ovo podre com farinha de rosca nele, depois o coloque em um caldeirão com banha de porco e aqueça. viu, amiguinha?
  • Envoqe Os Poderes de Lúcifer,Valdemiro Santiago e RR Soares e Possua-o Com Esse Espiritos Maus.
  • Crie Uma Sociedade Secreta sequestre-o e obrigue-o a Assistir o Programa Fala que eu te escuto.
  • Seja Iqual ao Grinch e estraque toda data comemorativa dele.